O mercado de reconhecimento facial segue aquecido. Segundo relatório da americana Candriam, a expectativa é de que logo alcance a faixa dos US$ 10 bilhões. Enquanto diversas empresas apostam nessa tecnologia, outras pedem atenção.
A Apple, por exemplo, deve lançar melhorias no seu sistema de Face ID. A previsão do site Digitimes é de que o novo modelo do iPhone traga uma redução de até 50% no tamanho de chips VCSEL, responsáveis pela projeção de pontos sobre o rosto do usuário.
O contraponto que em sendo feito se apoia nos direitos de privacidade, mais especificamente na falta de consentimento e supervisão em torno desta tecnologia e o potencial de exploração por governos que desejam rastrear cidadãos e adversários políticos.
De acordo com matéria publicada na Forbes Tech, um grupo de 50 investidores - falamos em mais de US$ 4,5 trilhões aqui - está convocando empresas de desenvolvimento e uso de tecnologia de reconhecimento facial, como Apple, Facebook e Amazon, a olhar para essa questão e "fazê-lo de maneira ética".
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